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MEIO AMBIENTE – 1º ENSINO MÉDIO

• Impactos no meio ambiente

   Os impactos negativos no meio ambiente estão diretamente relacionados com o aumento crescente das áreas urbanas, o aumento de veículos automotivos, o uso irresponsável dos recursos, o consumo exagerado de bens materiais e a produção constante de lixo. Percebemos, portanto, que não apenas as grandes empresas afetam o meio, nós, com pequenas atitudes, provocamos impactos ambientais diariamente.

    Dentre os principais impactos ambientais negativos causados pelo homem, podemos citar a extinção de espécies, inundações, erosões, poluição, mudanças climáticas, destruição da camada de ozônio, chuva ácida, agravamento do efeito estufa e destruição de habitats. Isso acarreta, consequentemente, o aumento do número de doenças na população e em outros seres vivos e afeta a qualidade de vida.

     Vale destacar que os impactos ambientais positivos, apesar de ocorrerem em menor quantidade, também acontecem. Ao construirmos uma área de proteção ambiental, recuperarmos áreas degradadas, limparmos lagos e promovermos campanhas de plantio de mudas, estamos também causando impacto no meio ambiente. Essas medidas, no entanto, provocam modificações e alteram a qualidade de vida dos humanos e de outros seres de uma maneira positiva.

• A preservação do meio ambiente

Preservar o meio ambiente é um ato importante não só para a humanidade, mas para todos os seres que habitam a Terra. Afinal, é nele que estão os recursos naturais necessários para a sua sobrevivência, como água, alimentos e matérias-primas. Sem esses recursos, todas as formas de vida do planeta poderão acabar.

 • Exemplos de como preservar o meio ambiente:

* evitar todo tipo de poluição nas águas dos rios, mares, oceanos e lagos.

* separar o lixo orgânico do lixo reciclável e os diferentes tipos de lixo reciclável.

* fazer o consumo consciente de recursos como água e energia elétrica.

* evitar desastres ecológicos, como queimadas, derramamentos de óleo nas águas, desmatamentos e morte de animais.

* diminuir a poluição e a emissão de gases poluentes.

* usar energias reaproveitáveis e renováveis, como a solar, eólica (do vento) e etc.

* diminuir o consumo de alimentos e de produtos industrializados.

* usar meios de transporte alternativos e menos poluentes, como a bicicleta e os transportes públicos.

* construção de casas sustentáveis, que sejam preparadas para o uso de energias alternativas e renováveis.

•Acontecimentos prejudiciais no meio ambiente:

A queimada nos Biomas

• Pantanal: As queimadas no Pantanal, bioma localizado no Centro-Oeste e em partes da Bolívia e do Paraguai, são bastante comuns no inverno, época em que as temperaturas aumentam e a umidade do ar diminui nessa localidade. Esses fatores climáticos associados às ações humanas podem gerar queimadas de vários graus de intensidade e prejudicar bastante o bioma. A estiagem natural do inverno na região Centro-Oeste pode vir acompanhada de focos naturais de queimadas, mas em trechos isolados, com a atuação dos ventos e tempo seco. Os focos também podem aparecer perto do período chuvoso, com a ação de raios e outros fenômenos naturais.

Entretanto, o que tem sido visto ultimamente é um aumento considerável desses focos em épocas muito secas e em grandes áreas, o que leva a crer que esses focos sejam causados pela ação humana.

A baixa quantidade de chuvas dos últimos períodos contribui para o aumento do número de queimadas, pois a umidade diminui, deixando o tempo seco, além das altas temperaturas, com médias acima dos 30ºC.

Contudo, tais queimadas não ocorrem apenas por causa desses fatores mencionados. Especialistas acreditam que grande parte dos focos, é causada pelas ações humanas ligadas ao agronegócio e o desmatamento.

O Pantanal teve 14% do bioma queimado apenas em setembro e área devastada já é recorde histórico, diz Inpe.

Área atingida no ano chega a quase 33 mil km², o que equivale à soma do território do Distrito Federal e de Alagoas. No acumulado em 2020, 26% de todo o bioma já foi consumido pelas chamas. Antes do atual recorde, o ano com a maior área queimada era 2005, quando foram destruídos 27.472 km².

Situação nos demais biomas:

• Pampa – As medições já apontam recorde de queimadas. Até setembro, foram destruídos 6.044 km². O recorde anterior, considerando o ano inteiro, era de 2003, quando foram queimados 2.488 km².

• Amazônia – Se considerado apenas o acumulado entre janeiro e setembro, o bioma teve a maior perda de área desde 2010. Até setembro foram 62.311 km² de área destruída, contra 96.020 km² em 2010.

• Caatinga – Houve redução nas queimadas. Elas destruíram 7.775 km² contra 12.443 km² em 2019 e 13.121 km² em 2018, no período entre janeiro e setembro.

• Cerrado – Também houve diminuição em relação ao ano passado. Foram destruídos 102.390 km² até setembro deste ano contra 122.674 km² de janeiro a setembro do ano passado.

• Mata Atlântica – A área destruída pelo fogo se manteve estável. Foram 15.055 km² queimados neste ano, contra 15.020 no ano passado, considerando apenas dados acumulados até setembro.

• Felipe Augusto Dias, diretor-executivo da ONG SOS Pantanal, em Campo Grande, afirmou que “ações humanas” são a origem dos focos de incêndio. Ele disse que a equipe do Prevfogo, do Ibama, que trabalha para apagar as queimadas na região, credita 99% do fogo à ação humana.

Fontes:

m.brasilescola.com.br

g1.globo.com

noticias.uol.com.br

brasilsustentaveleditora.com.br

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